sexta-feira, 17 de julho de 2009

Sobre Sexo, Máscaras e Hipocrisia...

O tema a seguir foi inspirado num texto que li no blog da
Helô Müller.

Diferente das divagações convencionais, vou abordar o tema de um ponto de vista regional, deixando assim espaço para o próprio leitor (a) dizer, se a minha realidade condiz com a dele(a), e quais pontos podem ser contraditórios. Antes de escrever essa divagação, eu ponderei a utilidade dela, a nível filosófico e me aconselhei com meu amigo também escritor Junior Vondrake, e após ouvir a opinião do mesmo avaliei até onde minha lógica poderia estar correta. Abaixo segue o texto gentilmente cedido, pela Helô para que eu pudesse ilustrar essa divagação.

Sexo Descartável

Às mulheres de outrora, sexo era com amor... Aos homens, de hoje e sempre, primeiro sexo e depois amor! Hoje, elas adentraram nesta Seara, alegam outros tempos e o mesmo direito de só sexo usufruir! Talvez um árido território ao sensível coração de uma mulher. Elas camuflam o não sentir, disfarçam que não estão a se iludir e que apenas estão a fazer o que o seu corpo está a pedir! Deixam o seu lado fêmea emergir, pensando que em seus corações nada está as afligir! Após o desejo satisfeito, muitos homens partem sem ao menos se despedir. Ainda extenuada, gozada e lambuzada, sente-se mal amada e com a leve sensação de que foi somente usada...
" Qual nada, defende-se ela, eu também o usei,
e como gostei! " Jogada à cama, cria forças para se vestir e dali partir a sorrir, ainda sem querer admitir que em seu peito tudo está a ruir...

(Por: Helô Müller)


Após ler este texto, comecei a divagar, e a primeira pergunta que me fiz foi:

Séria essa mulher uma pobre vitima de um homem cafajeste, ou a cúmplice do assassinato do amor próprio?

Eu sou um daqueles que embora não seja partidário do machismo, feminismo e nem do femismo, costumo argumentar em favor das mulheres, mas hoje vou divagar de maneira menos parcial.
Analisando os padrões históricos percebemos que as mulheres desde os primórdios lutam para adquirir o direito de serem vistas como iguais, como “humanas”, direito muitas vezes negado pela tendência dominadora do homem, mas no último século e atualmente a mulher tornou-se mais agressiva, conquistando seu espaço, ao custo de algo que ao meu ver sempre foi sua maior qualidade “A sensibilidade”.

Sobre Sexo e Máscaras...

É do conhecimento de todos que o homem sempre foi mais agressivo, mais competitivo, e definitivamente isso se mantém ao passo que, como no texto acima , muitos homens mentem, usam máscaras, e falam sobre sentimentos que não possuem para conquistar uma mulher, para levá-la pra cama, e depois de consumado o ato apenas descartam-na, ai ao ler um texto como o da Helô esses mesmos homens, se revoltam, dizem que isso não se faz, que mulher deve ser tratada com carinho e respeito e usam todos os argumentos hipócritas que estão armazenados no seu arsenal de mentiras.

As mulheres por sua vez, buscando seu lugar nesse “mundo masculino”, perseguindo a auto-afirmação como “sexo forte”, desejando a “independência afetiva”, ou mesmo, apenas para provar-se capazes de imitar os homens que às fizeram sofrer, entregam-se a qualquer um, com a desculpa de estarem usando-o, algumas vezes elas nem precisam de um motivo para entregar-se, nas palavras do Junior, “algumas mulheres se entregam por um copo de cerveja”(ao menos aqui em Salvador essa realidade é evidente), e após se “prostituir” por conta de suas "buscas" a mulher tem duas opções, colocar-se como a vitima usada(uma mascara doce, mas incoerente com suas ações) ou da mulher “forte” e independente que usa homens(e após cada relação sente-se mais objeto e menos humana).

Sobre Hipocrisia...

Já nesse circulo de divagações comecei a me indagar:

Se o homem é hipócrita por mascarar suas atitudes, agindo como “um carinhoso feminista”, não seria a mulher também hipócrita, por se doar por pouco ou nada usando argumentos machistas, como “eu também o usei”?

Um fato que o Júnior me chamou atenção é que mulheres adoram homens “certinhos”, homens adoram mulheres “santinhas”, mas no fim das contas ambos os sexos tendem instintivamente a se doar e se apaixonar por homens cafajestes e mulheres “biscates”, havendo raras exceções a essa regra.
Sei que logo alguém dirá “ahh, mas nem toda mulher/homem é assim”, certo, então eu pergunto:
porque o numero de divórcios tem aumentado, as relações são cada vez mais superficiais, e os casamentos estão durando menos tempo?

A meu ver esses efeitos são causados pelo cinismo masculino que cada vez mais vem desiludindo as mulheres, e pela hipocrisia feminina assumindo o papel machista de manter relações cada vez mais dissimuladas e desapegadas a qualquer sentimento que não, “usufruir” da sua “independência amorosa e sexual”.
A minha conclusão após todas essas divagações, foi que: a decadência social, cultural e emocional, que se tornou tão banal nos dias de hoje, se deve tanto à manutenção da conduta descompromissada e cafajeste dos homens quanto a atitude “Permissiva” das mulheres, que a cada dia abrem mão de sua dignidade, amor próprio e sensibilidade, em troca de uma falsa independência sentimental e uma máscara ultrapassada e desumana também partilhada pelo “bicho” que mais martirizou as mulheres ao longo da história humana, o próprio homem.

Portanto se queremos uma sociedade mais justa e “humana” temos que tentar resgatar os valores que estão sendo abandonados e abandonar as trocas de acusações e a “guerra dos sexos” que vem sendo montada, sobre sexo, máscaras e hipocrisia.

Abraço a todos.


John, que não é santo, mas também não vai pegar a primeira cadeira no inferno (se é que ele existe)...



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21 já divagaram:

introspectivasim 17 de julho de 2009 08:25  

Sempre com excelentes reflexões!
Adoro vir aqui :D

Sinceramente eu acredito que a mulher que agumenta "eu também o usei" de fato se faz cúmplice do assasinato do seu amor próprio. E, uma vez que não admite isso para si mesma, prefere usar de artifícios hipócitas como esse argumento.

Acredito também que, infelizmente, os relacionamentos vem se tornando cada vez mais superficiais devido ao egocentrismo crônico que toma conta das pessoas nos dias de hoje. Não há mais flexibilidade, a tendência que manda agora é a do descartável. Tudo pode ser jogado fora, substitído, e isso inclui pessoas. Rege a lei do "se você não concorda comigo então não serve, vou procurar outro alguém que concorde".

E isso acaba por gerar um círculo de vicioso de insatisfação, pois cada um tem uma forma particular de pensar e ver o mundo. Conflitos sempre existirão, no entanto falta sabedoria e respeito para lidar com as diferenças.

E como fica isso tudo? Pessoas artificais, que priorizam a aparência. Sempre tem um companheiro, mas o coração está sempre vazio. Na falta do sentimento de amor, surgem a insegurança e a solidão.

Tudo isso muito me entristece pois acho que todos tem o direito de ser feliz. No entanto, para que isso aconteça, antes é preciso querer mudar, querer ser feliz de fato.

Será que falei muito? rs

Tem um selo para você lá no Introspectiva!

Um grande beijo!

Menina Robô 17 de julho de 2009 09:20  

Nossa! Refletindo sobre este poste de hoje, faz sentido no que vc escreveu, não é a toa que cresce o nº de mulheres e homens com depressão; hoje os casais já se casam com intuito de se divorciar futuramente, hoje a mulher não precisa do último sobrenome do esposo. Quando ouço clientes com suas histórias de sua noite espetacular, sempre pergunto no final: e vc está feliz? a resposta são as lágrimas...
Como diz uma amiga, antigamente era orgulho o homem pagar as contas da mulher, agora temos que trabalhar que nem uma desgraçada para vê se avançamos e passamos da força do homem... (bobagem, sabemos que no fundo, no fundo nunca vamos ser este homem...)

Beijos da Mulher Sensível!

Beta 17 de julho de 2009 11:03  

John, sabe o que acontece muito com as mulheres? Elas confundem a liberdade com a libertinagem. Acham que, pela bandeira dos direitos iguais podem tudo, inclusive cometer os mesmos desatinos que eles...
Um dia ouvi de um rapaz a seguinte frase: Se vc tivesse ido pra cama comigo no dia em que nos conhecemos, hoje eu não estaria aqui e nem te pediria para ser minha namorada.
Sinceramente fiquei chocada.
Não sou santa, mas não vejo graça nenhuma em transar com qualquer ilustre desconhecido.
Mas a mulher não é nehuma vagabunda só porque resolve ir aos finalmentes logo de cara!
As personalidades não se limitam à gestos isolados, as mulheres são muito mais do que isso.
Isso sim é hipocrisia.
Sei que nós é que levamos a fama, mas para variar o homem não leva.
Ou seja, direitos iguais, numa sociedade retrógrada como a nossa não existe.
A mulher que transa na primeira noite será sempre a fácil e o cara que traça todas de cara será sempre o pegador...

Jurema Cappelletti 17 de julho de 2009 12:53  

Tanto o homem como a mulher precisam se sentir amados (Ô frase sentimentalóide!) e nenhum dos dois gosta de se sentir desprezado após um noitada.

A única diferença é que o homem é mais prático; ele separa o prazer do sentimento. Um homem se conquista primeiro na cama e, depois, vamos construindo o verdadeiro relacionamento que envolve sexo, amizade e camaradagem (acredito que amor é a mistura destes três sentimentos). Que me perdoem, mas essa conquista depende muito mais da mulher que do homem.

Helô Müller tem razão ao dizer que a mulher tenta enganar a si própria com o argumento de que também "usou" o outro.

Sou ferrenha defensora dos homens, tachados injustamente de meros aproveitadores.

As coisas mudaram, os 'modismos' estão aí, se impondo, mas os sentimentos continuam os mesmos de sempre.


JOHN, só mesmo este blog para me afastar da política!

☼ Bia ☼ 17 de julho de 2009 14:03  

Concordo com tudo o que a Beta disse!

John, obrigada pelos comentários no meu blog são muito bons mesmo!
Beijo!

Bela 17 de julho de 2009 14:23  

Concordo em pleno com o que a Helô escreveu. A mulher faz-se forte e indestrutível mas por dentro está tudo ruindo. E a mulher até sabe disso, só que não reconhece, dói demais.
Não creio que a maior parte das mulheres se entregue em busca da igualdade dos homens, acho que é fruto de uma grande auto estima capaz de levar a mulher para um abismo sem fim.
Quando a mulher que não vê o seu valor, ouve um elogio, vê desejo no olhar do homem ... ela entrega-se buscando um pouco de valorização. Só que não é a função do homem valorizar uma mulher que se desvaloriza, então vem o vazio e a mulher parte á procura desse valor nos olhos de outro homem. Não pense que ela não sabe que no fim virá o vazio mas o drogado também sabe que a droga mata e no entanto ...

Laguardia 17 de julho de 2009 15:15  

Aproveitando a idéia da Passeata Virtual “Fora Sarney”, faço aqui a sugestão de que no dia 7 de Setembro de 2009, façamos outra passeata virtual, nos organizando desde já.

Esta passeata, como a Fora Sarney, começaria no seu computador e terminaria em vários pontos:

Na presidência da República, No Congresso Nacional, No Supremo Tribunal Federal, na Procuradoria Geral da União, na Assembléia Legislativa de seu estado, no Palácio do Governo do seu estado, na Câmara de Vereadores de sua cidade e na Prefeitura de sua cidade.

A idéia é enviar o maior número possível de emails de protesto contra a situação atual, da falta de ética, de moral, de honestidade de nossos governantes e parlamentares.

Denunciaremos o governo federal por agir a margem da lei com a campanha eleitoral antecipada, o que é ilegal, e exigindo, como cidadãos, que fossem tomadas as devidas providências.

Os e mails seriam mandados para os seguintes enderêços:


Senado Federal: Alô Senado http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado
Câmara Federal: Fale com o deputado: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado
Supremo Tribunal Federal – Central do Cidadão - http://www.stf.jus.br/portal/centralCidadao/enviarDadoPessoal.asp
Procuradoria Geral da União - pfdc@pgr.mpf.gov.br
Presidência da República – Fale com o Presidente - https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php

Gostaria de ter a opinião dos leitores com relação a idéia.

Silvio Koerich 17 de julho de 2009 17:34  

Sexo casual e sexo de curto prazo é território masculino por questões instintivas. Homem precisa transar com o maior numero de mulheres a diversidade que lhe é atraente.

A mulher que agora ganhou a tal liberdade apenas se comporta igual aos homens, fazendo exatamente as mesmas coisas, coisas estas que ela sempre disse odiar e criticar.

Ou seja a hipocrisia está na mulher por assim que pode, faz igual ao homem e ainda justifica dizendo "ah se eles podem eu tambem posso".

Sobre a hipocrisia masculina, o homem está lá: Fazendo seu papel de conkistador barato. A mulher que dá sexo antes de namorar sério, de pedir provas concretas do amor do homem é que a culpada. Se fosse como no passado em que só depois de namoro firme, nao teria tanto sexo casual com as mulheres ficando como coitadinhas na cama

Mas elas liberam e dão sem algum compromisso firme e depois ficam xingando os homens. Ou seja culpa delas que querem ser modernas ao mesmo tempo que querem cavalheirismo e atitudes antigas masculinas

Nem a pau que elas terão o melhor dos 2 mundos.

Cris 17 de julho de 2009 17:48  

ninguém é puro anjo ou demônio, é fácil rotular, difícil compreender

Fácil usar mascaras, difícil assumir as proprias escolhas e erros...

Se o sexo é de uma noite, de um ano ou de 20 anos de casado, só tem uma validade, é bom, se os dois querem...o que as pessoas vão pensar de mim já é muita neurose...
se amar é fundamental, pra vida, pro amor, pro sexo e para a auto estima...

A gente é que cria personagens:
machos
devassas
santas
patos
no fundo no fundo, somo só pessoas
querendo ser feliz...tenho pena e nada mais de quem se engana assim

um beijo pro cê

Everson Russo 18 de julho de 2009 00:20  

Olha eu amigo, eu li esse texto no blog da Helo, adoro ler o que ela escreve, acho sempre sensual e uma coisa que instiga a gente, fora a beleza das imagens que ela coloca que se encaixa bem. Eu acredito que nos dias de hoje,ninguem mais é vitima de ninguem no que diz respeito a sexo, aconteceu uma evolução dos conceitos a respeito disso, as mulheres que antes se faziam, ou realmente eram, mais romanticas, sensiveis e diriamos assim, apaixonadas pra praticarem o ato em si, hoje já são mais abertas, menos romanticas e bem mais praticas o que aproximou bastante do conceito mais animal e instintivo do homem, não creio muito mais em tabus no que diz respeito ao sexo nos dias de hoje, tá tudo muito aberto, muito explicito, diferente do que eu vivi na minha familia e no aprendizado que correspondeu a zero...rs...rs....antigamente o que se podia ver era um home dizendo o famoso codigo "eu te amo" pra sensibilizar a mulher, hoje em dia até acredito no contrario, e mesmo que nao aconteça, os dois já tem visão parecida no que diz respeito e uma noite apenas e sem compromisso, hipocrisia hoje seria um falso moralismo a respeito do assunto de alguem dizendo se vitima da situação, essa é minha opiniao, e mais uma vez voce deu show no post e fechou com chave de ouro..."John que não é santo, mas também não vai pegar a primeira cadeira no inferno (se é que ele existe)...", adorei isso, essa bateu o recorde...abraços amigo, parabens mais uma vez por um tema que prende a atenção, e um excelente final de semana....

Helô Müller 18 de julho de 2009 09:15  

Com todo respeito, John, sua bundinha jamais arderá em lugar algum e muito menos no inferno !! Arê Baba ! rs

Agora, passarei aos meus sinceros agradecimentos a vc !
Fiquei sensibilizada com o fato da minha fonte de inspiração, ter lhe inspirado pra tão belo postagem!
Vc é bom no que faz, "minino"! rs
Assim como tb estou impressionada com o nível e conteúdo de seu "eleitorado"...
Bonito isso, viu ?! Parabéns...
Li todos os coments, e não pretendo ainda falar nada, até pra não colocar mais em evidência o que já ficou evidenciado com o meu texto ... Mas ao final de tudo, pretendo sim, dar mais uns singelos pitacos! rs
Todos foram muito felizes em suas colocações, mas confesso que a que mais me tocou, até agora, foi a da BELA !
Acho que ela pegou a "alma" da poesia, quando a escrevi ... Foi por aí, o que eu sentia e quis transmitir ao escrevê-la ...
Beijos agradecidos a vc, e mais uma vez parabéns pela sua cabecinha prodigiosa e cheia de discernimento!

Helô

Aninha 18 de julho de 2009 09:57  

Achei muito interessante seu blog, parabéns!
Em relação ao texto eu sempre digo a seguinte frase: "Maldita hora que as mulheres resolveram se igualar aos homens"...estamos perdendo a nossa principal essência que é a delicadeza, a "fragilidade"...
EStamos fadadas a cada dia ser mais infelizes...infelizmente!!!

Carolinda 18 de julho de 2009 11:25  

Bom primeiramente gostaria de citar que nos dias de hoje ambos “homens e mulheres”, não se preocupam tanto em se relacionar, mas sim em ter “relações”.
E concordo plenamente com a parte em que você fala que mulheres se julgam vitimas demais, não acho que nos mulheres somos vitimas de nada, na verdade hoje usamos mais do que somos usadas, o que difere é que mulher cisma mais rápido, dizem que estão apaixonadas e buscam desta forma aquele sentimento patético que seria a pena.
Odeio mulheres santas e homens certinhos, e a recíproca é totalmente verdadeira “nós gostamos é dos cafajestes mesmo”
Hoje em dia o sexo é taxado como uma forma de prazer, o que antes era um ato de amor, hoje nada mais é do que um habito, habito que eu também adoro e sem pudor nenhum falo que uso e sou usada e não vejo problemas nisso.
Agora concordo sim em dizer que a mulher deveria se por em seu lugar, deixar de ser permissiva de mais e resgatar a sua moralidade e buscar sim o melhor, hoje se temos “garotas de programas” que ganham dinheiro fácil, alegando ser uma “necessidade” e ainda julgando serem santas, é por que estas mulheres em si não se dão valor, digo sempre a ocasião faz um ladrão, é muito fácil fazer o que gosta e ainda ganhar dinheiro com isso.
Nem sei se to falando besteira, mas o que é esta na cara é que tanto homens e mulheres buscam a cada dia aparecer um mais que o outro, mulheres querem igualdade e respeito, mas elas próprias não se dão ao respeito, e os homens não querem perder o seu posto de “machão” para meninas magrelas que usam saias, e perdem o direito de reclamar, pois fazem tudo errado.
Guerra de sexos não existe, o certo é resgatar a moralidade e os bons costumes, e eu também tenho que resgatar os meus rsrss

Ariana 18 de julho de 2009 11:39  

Olá, John,
Estou voltando agora a blogar e adorei ter vindo aqui e lido esse texto muito reflexivo por sinal.
Na verdade, você tem razão: mulheres e homens são hipócritas, não existem vítimas nem vilões. Cada um tenta ver a coisa sob sua ótica e aí nunca vai haver entendimento completo, pois há sim, uma pequena guerra declarada por direitos que, sinceramente, questiono se tem sentido ou não.
Parabéns pelo post!
E à Helô também!
BeijoS1

Mah 18 de julho de 2009 23:25  

Hmmm, gostei daqui. (:

Beijos.

Rejane Batista 19 de julho de 2009 01:14  

Olá John! Que divagação importante! Eu não defendo as mulheres e muito menos os homens. Defendo sempre o que é bom (mesmo que pessoas digam que para ela não é), o que é da família. A guerra de sexos existe sim, mas não deveria existir. A mulher com a revolução feminista e o pensamento errôneo de que são iguais aos homens, tem levado a decadência e extinção criação de novas famílias, criação de qualidade para os filhos e cuidados com o lar, que é o melhor lugar do mundo para qualquer um. A mulher não tem que ser igual ao homem, e sim ser aliada dele. Somos diferentes, e é da natureza de nossa forma, que também tenhamos papéis diferentes... eu estudei, trabalhei (ainda trabalho), mas fui educada a me tornar uma mulher que saberia cuidar dos filhos e da minha família. Hoje as crianças já são educadas a crescerem e serem independentes, sem ter a outra parte, que precisa complementar... foi tão bom aprender a costurar, fazer uma comidinha, aprender a lavar uma louça ou uma roupa... só fez com que eu me tornasse melhor. Hoje, sinceramente, acho que viveria melhor se tivesse mais tempo para me dedicar à minha casa e meu esposo. Preparar um bolo no fim da tarde... tomar um cafezinho com as amigas... cuidar da minha casa com mais carinho...
Outro dia li uma maéria que um conhecido escreveu em que ele dizia que o mundo era melhor quando as mulheres cumpriam o papel de mãe, esposa e dona de casa... e o marido de pai, e mantenedor do lar... e que a música que diz: "Amélia que era mulher de verdade", é a mais perfeita receita para a felicidade familiar.
Eu tb concordo que as mulheres se fazem de santas e os homens também... e com certeza, quando os casais se permitem tornar-se íntimos para deixar que seus desejos e insatisfações sejam conhecidos, não haveria tanta procura por outros pares e tantos divórcios.

*Opinião puramente pessoal!

BjOs e até mais John!

flávia 19 de julho de 2009 09:59  

Creio que as mulheres de modo inconsciente fogem da dor psíquica por muitas maneiras,e uma delas é esse sexo descartável,pela sexualidade,até por essa independência emocional(?).O que eu quero dizer é que não é um instrumento de ataque a independência afetiva e sim um instrumento de defesa.Por vezes a insegurança as faz ter uma auto-imagem baixa(cada ser humano significa sua história de vida e suas tramas de modo muito particular),nenhum elogio ou homem fará ver que pode ser rejeição. Usando-os ,a impressão que dá é que são mais fortes e mais seguras(os atos as vezes são mais fortes do que as palavras).Puro disfarce e medo mesmo para a verdadeira dor,o poder dá um falso domínio.Essa é minha interpretação.
Bjs,

Peggy 19 de julho de 2009 18:12  

John...
ninguém usa ninguém...

a gente que se sente assim


ao seus pés!

Júnior Vondrake,  20 de julho de 2009 08:05  

Pois é.

Júnior Vondrake,  20 de julho de 2009 08:05  

Pois é!

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