quarta-feira, 17 de junho de 2009

..............DIVAGAÇÕES NOTURNAS.............


Síndrome da alienação adquirida

Esse post deveria ter sido colocado ontem, mas terminei sendo levado pelo sono, e durante o dia não tive como realizar a postagem com calma, então vamos ao assunto. O tema que vou falar hoje é a “síndrome da alienação adquirida”.

Tudo começou com um pensamento...

Ser "nerd"...

O que é "ser nerd"?


Ser "nerd" é ser “ser alienado” um pária, geralmente o arquétipo inteligente, meio distante da realidade, que ama historias fantasiosas e se oculta em livros, revistas, jogos e outros passa-tempos. Mas será que a alienação em nossa sociedade é um privilégio dos "nerds"? Será que elá só aflige a estas "párias" hoje em dia?.

Eu acho que não!

Nossos avôs “herdaram” a alienação gerada pela desinformação e pelo conformismo, oriundos de seus pais. Nossos queridos vovôs reclamavam da vida, mas aceitavam, valendo-se do dito popular “o que não tem remédio remediado está”.

Veio então “A Ditadura”, Caracterizada pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar. Todos esses fatores foram criados intentando gerar estagnação filosófica, deixando assim as massas facilmente manipuláveis. Mas como a natureza humana nos impele a cobiçar o proibido, nessa mesma época nossa cultura floresceu de forma marginal, justamente com a poesia “marginal”, a formação da nossa MPB (não só como estilo musical, mas também um movimento cultural), assim como outras formas de expressão artísticas “caseiras”, brotando em esquinas, bares, e reuniões secretas à luz de velas. Nossos pais perceberam que tinham a força para realizar a mudança, foram às ruas, deixaram o cabelo crescer, vestiram camisas do Che Guevara, nossos artistas cantaram a realidade, nomes como Caetano Veloso, Chico Buarque, Elis Regina, Gilberto Gil, Milton nascimento, Raul seixas, cazuza entre outros (que embora não citados aqui, serão sempre lembrados) ajudaram a exaltar o grito de liberdade de expressão, há muito preso na garganta do nosso povo.

-Hoje vivemos bem... ou não?

-Somos livres para ler e escrever o que nós desejarmos, ouvir o estilo de musica que nos agrade e assistir o que nos der na “telha”... Ou não?

-Podemos respirar aliviados, já que as idéias de alienação em massa, de falta de cultura e informação se foram... Ou não?

Vamos analisar...

Somos embriagados com informações repetitivas e desnecessárias sobre fofocas e relatos do mundo dos famosos, expostos à dependência diária e insana, do próximo capitulo da novela, massacrados com “reality shows” cada vez menos moralizados, temos o “prazer” de almoçar assistindo aos berros de mães desesperadas por seus filhos mortos e até, somos “privilegiados” com a visão do corpo do dito filho, estirado no chão ensangüentado. E de quebra nosso povo aprende gírias e "frases feitas", sem sentido e pouco ou nada proveitosas, desses mesmos programas. E claro, nos domingos somos agraciados com presenças “ilustres” como Fausto Silva, o “apresentador” especialista em puxa-saquismo e entrevistas monologais, Silvio “múmia” Santos (com seu programa capitalista e extremamente sem graça) entre outros, que como eles estão a mais tempo na tv do que somos capazes de lembrar.

Já no ramo musical, temos a liberdade de ouvir música (muito ruim) no ônibus, advinda de um maldito celular do individuo que não se dá ao trabalho de colocar um fone no mesmo e parece abster-se do fato de que alguém no mundo talvez não goste da música sobrecarregada de instrumentos de percussão regidos por um cantor desafinado e superlotada de termos que fazem alusão ao sexo. Também temos o vizinho desagradável que quer mostrar pro bairro inteiro a potencia do som dele, durante todos os fins de semana. Outra fonte de expressão da liberdade musical são os eventos ritualísticos chamados “shows de pagode”, que envolvem muito testosterona, excesso de bebida alcoólica, mulheres seminuas e um estilo musical que usa frases como “rala a xana no asfalto” ou barbaridades piores que fariam a Madona ficar corada (me perdoem os amantes do estilo) e às vezes, tem até uma pancadaria, pra Bruce Lee nenhum botar defeito.

E por fim, como prova de nossa liberdade cultural e nosso crescimento econômico, nós temos o carnaval e a bolsa escola/vale gás/vale-qualquer-coisa governamental do tipo “calabocamenino” (qualquer semelhança com a política do pão e do circo praticada na Roma antiga, não é mera coincidência).

Tendo em vista todos esses fatos, resolvi então buscar no dicionário o significado da “alienação” atribuída aos “nerds”.

Alienação

s.f. Ação de alienar: alienação de uma propriedade. / Perda da razão, loucura: alienação mental. / Estado da pessoa que, tendo sido educada em condições sociais determinadas, se submete cegamente aos valores e instituições dadas, perdendo assim a consciência de seus verdadeiros problemas. / Alienação a título gratuito, doação.

Agora, pare e reflita meu/minha caro(a) leitor(a):

Nós cedemos nossa “propriedade” mental para ser “adubada” com os atuais programas de TV, cometemos a loucura de discutir sobre as novelas e “bbbs” da vida, nos submetemos cegamente às informações que a mídia nos faz “engolir” e perdemos de foco a visão sobre os problemas que realmente afligem nossa sociedade, e tudo isso de forma gratuita e desmedida(e ainda temos coragem de taxar os “nerds” como alienados por se refugiarem desse “mundo”)acho que acabamos de nos deparar com um novo tipo de alienação...(silêncio)

A alienação cultural... (silêncio)

E assim eu encerro mais essa divagação noturna deixando um trecho de uma música (como nossos pais) interpretada por Elis Regina assim como o vídeo da mesma.

Minha dor é perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais...

(Elis Regina, “como nossos pais”)

João Paulo de Souza Almeida, vulgo "John"(imaginando que mente criativa e sadomasoquista desenvolveu a idéia de ralar a "xana" no asfalto...)

29 já divagaram:

Andréa Mota 17 de junho de 2009 09:05  

... hummm.. bom..

gostei da reflexão, apesar de ver algumas coisas de outro modo. mas, a divagação em torno dos nerd foi interessante. Somos seres tipificadores "culturalmente por natureza" hahaha. Lidar com o que nós mesmos criamos, não é trabalho fácil!

:)

nota 1: obrigada pelos comentários. posso não voltar pra dizer sobre, mas muitas das vezes gosto de ver nos comentários a extensão da reflexão. O texto não é mais meu, é de quem ler. :)

nota 2: meu ultimo devaneio tem um tantinho haver com coisas que sei que existem, mas que (reluto) em querer aceitar.. :/ sentir, principalmente quando se refere a outra pessoa, sempre me deu muito medo.. :( ... mesmo com alguns anos na costa, pareço uma adolescente boba!...

sempre estarei por aqui, bahiano! =D

Júnior Vondrake,  17 de junho de 2009 11:05  

Interessante reflexão.
A sociedade se aliena mesmo até porque isso esta dentro de nosso jeito humano de ser: necessidade de formação de circulos sociais e sedentarismo.
O melhor de tudo é a democracia alienada.
No Jô Soares pode por exemplo falar as palavras: cú, xoxota, pica, fuder, caralho, como ja ouvi muito por lá, mas se você falar de forma aberta sobre alguem ou sobre um assunto que deveria ser discutido de forma imparcial, pronto, o assunto sim vira um "´cu", "xoxota', "pica," "caralho" da vida e te olham de cara feia.

Nos programas do Serginhos Gosma "não sei escrever seu nome" desde o "Fala Garoto" os meninos tinham a liberdade de expressar assuntos da moda, mas se algum "nerd chato" falasse algum assunto não-empurrado pela mídia e de forma aberta logo era tachado pelos presentes como chato.

É foda, cada vez mais temos o direito de expressar só o que vai agradar aos outros. Depois me vêm relamar de Deus que deu o livre arbitrio aos humanos de fazerem so o que ele quer que façamos...

john 17 de junho de 2009 12:49  

quanto ao coment:
sinta-se livre para expressar suas diferenças de opiniões e assim levaremos À frente este tema em outras divagações , longe de mim querer ser o dono da razão, assim é muito importante saber o que vc pensa em contradição à minha linha de raciocínio, pois me ajuda a definir até onde posso estar certo ou errado, e como vc disse depois de escrito o texto pertence aos leitores, e não ao escritor.

quanto a nota 1:
vc acabou de dizer o que eu espero tbm , por isso reforço, que não ficarei ofendido de maneira alguma e ver opiniões diferentes e os pqs, dessas opiniões.

quanto a nota 2:
agora entendi o contexto dos seu devaneio:)

seja sempre bem vinda paraense:)
abraço

john 17 de junho de 2009 12:58  

pois é mr. Vondrake, vc como sempre brindando-me com complementos radicais, mas cheios de verdade rsrsrs
concordo com vc , a hipocrisia há muito tonou-se moeda de troca, nos meio televisivo, aonde a censura não permite palavrões em certos horários, mas permite cenas picantes, e atitudes politicamente incorretas, em horários que as crianças estão à frente da tv.
no mais acabo de ter uma idéia de continuação para o temo, vou aprimora-la e postarei para ver o que o senhor pensa.

por fim, sim é verdade, as pessoas adoram, culpar algo que não a si mesmas, nesse ponto temos cerca de dois mil anos de experiência.
abraço

Ricardo Athaydes,  17 de junho de 2009 15:51  

realmente nas somos como nossos pais somos todos um bando de alienados, todos nos!!!!!

john 17 de junho de 2009 16:17  

Pois é Ricardo, como diria o sempre presente senhor Vondrake emprestando palavras de um pensador...
E assim caminha a humanidade...
rsrs
abraço

Junior Vondrake 17 de junho de 2009 16:52  

Hum...
um "bando de alienados".
Imagine vc andar pela rua, altas horas da noite e se deparar com um bando desses...

rsrsrs

Lee C. 17 de junho de 2009 22:00  

eu nao penso em nerds qndo penso em alienação, penso na patricinha e no play boy burros xDDD

esse post foi um desabafo. somos livres ou não? que liberdade é essa q nos impede de sair na rua com medo da violencia? nos ficamos presos enquanto os criminosos livres. podemos fazer o q qser mas so temos más influencias e exemplos ruins, alem de um governo q acha q uma cesta basica cura tds as dores.

Junior Vondrake 17 de junho de 2009 23:22  

Bem, doce. Eu tenho cá minhas duvidas se somos livres. Falar o que se quer não garante liberdade nem de expressão.
Andar semi-nu, falar palavrões, e ser descolado ou não podem ser componentes basicos para padronzação também.
E a pior prisão que há e´quela sem grades, que vc vai para onde quiser, fala o que quiser, mas descobre estar preso quando vai falar algo que tenha os seguintes chavoes "Politica,religião e gosto não se descutem", ou as pessoas te olham de cara feia até vc falar as "liberdades" que lhes convem.

john 17 de junho de 2009 23:42  

eu entendo sua revolta Lee e compartilho ela mas temos que tomare cuidado com a palavra burros rssrsrs, pra não parecer preconceito, vamos intitular como "desprovidos de habilidade racional em escala humana" rsrss
brincadeiras à parte.
sim concordo também que é uma falsa liberdade, principalmente devido a nossa sociedade que desenvolveu um sentido onde cada individuo pensa que seus direitos são ilimitados, mas os dos outros tem linha demarcada.
qto ao que vc disse sobre marginalidade e governo... viva à politica do pão e do circo!
abraços

Viviane Souza 18 de junho de 2009 01:30  

John,
Agradeço a visita e achei suas "divagações" muito interessantes.
Sou contra rótulos, prefiro buscar o que há de melhor em cada ser. Em alguns achamos muitas coisas em outros nem tanto, mas sempre achamos algo. O importante é saber olhar!
E entre ser nerd e alienado... prefiro ser nerd!
Afinal, acho inteligência um charme!

john 18 de junho de 2009 11:55  

Eu também sou contra rótulos, e justamente por isso escrevi esse texto, embora eu não seja o arquétipo "encarnado" do nerd, me considero um , aliás assim como a maioria dos que leem(sem acento devido ao acordo ortográfico) este blog com freqüência, minhas divagações não são pra formar opiniões preconceituosas, e sim gerar reflexões que nos ajudem a eliminar estes preconceitos e aprender a respeitar o espaço dos outros, mas lembrando também de nossos limites. A exemplo de quando cito os shows de pagode e peço desculpas aos amantes do estilo,qto a visitar seu blog gostei do conteúdo, e tenho interesse em me aprofundar em conhecimentos de rh portanto tenha certeza que voltarei mais vezes.
e qto a sua consideração final, eu também sou um dos que "cultuam" a inteligência, e acho que dentre as melhores coisas da vida está uma boa conversa entre pessoas esclarecidas e bem informadas, chega a ser revigorante se comparado aos atuais meios de entretenimento televisivo.
abraços

SOL,  18 de junho de 2009 18:02  

Será que dessa vez acertei!!!!!!!
As vezes me acho um "NERD"Sou inteligente, normalmente isolada, que não tem muitos amigos, certinha, em algumas coisas...Adoro computadores e informática. Vivo lendo tudo que me passa pela frente e, bem, gosto de estar sempre aprendendo. Se ser inteligente e se considerar uma nerd então sou uma nerd com muito orgulho....

BJÃOOOOOOO

john 18 de junho de 2009 20:02  

a questão nunca é acertar ou errar, ao menos não aqui no blog, todos têm direito de se expressar, e de uma forma ou de outra a opinião de todos é importante para mim poder avaliar não só a aceitação do que escrevo, mas também até onde posso estar certo ou errado. Mas levando em conta seu ponto de vista... acertou sim sol
abraços

Camila 19 de junho de 2009 16:29  

Somos todos alienados. Somos todos iguais no fundo. E enquanto isso, vamos tentando viver em paz e o mundo se destroe, destruimos a nós mesmos

Andréa Mota 19 de junho de 2009 18:24  

o pessimismo, ás vezes, tem uma forma brincalhona de nos envolver.. ele generaliza os passos, os sorrisos, os gostos. O pessimismo nos designa, nos uniformiza, nos acomete.

quando lhe falei sobre não concordar muito, tem haver com isso.

o pessimismo nos provoca medos constantes, nos faz criar monstros - televisão, donos do poder, maquina dominadora. Eles se tornam nossos bichos papões, que alimentamos todo dia.

quem disse que crescemos? somos e seremos sempre aquelas meninas e meninos que se embrulham por baixo da colcha ou, quem sabe, corram do quarto para tentar pedir socorro.

nao acredito em alienação, em dominação, em manipulação, acredito nas pessoas.. boas, más, pessoas que estão no tal poder, pessoas que se submetem a ele, pessoas que simplesmente vivem.

nota: gostei do que falaste.. sou pessima em expor o que sinto e uso as palavras pra camufla-las. :)

sempre estarei por aqui..

john 19 de junho de 2009 19:09  

Sim, somos iguais camila, mas iguais no simples ato de ser únicos, os assim chamados "indivíduos", qto a sermos todos "alienados" dependendo dos fatores referidos, pode ser ou não uma verdade, "vai muito" de ponto de vista, justamente por isso escrevi este texto, não para desenvolver taxações e sim para tentar expressar a minha consciência e ter opiniões sobre as dos outros...

agradeço o coment e seja sempre bem vinda a essa nossa casa de divagações, com suas idéias, criticas, dúvidas e sugestões.

abraço

john 19 de junho de 2009 19:31  

Bem senhorita Andréa Mota, temos pequenos pontos de divergência, mas não tão grandes qto pensei, e eu comecei até a digitar uma resposta mais elaborada com base em seu ponto de vista, mas ficou tão grande que vou tornar um post explorando o tema, e quando estiver pronto, seja bem vinda a debater, suas sempre úteis opiniões com calma, afinal este espaço é foi criado, para que este humilde escritor possa expressar suas idéias e receber em troca a opinião de todos vocês, que realmente são as estrelas do "show".

abraços

nota:eu sei como é se sentir um E.T, e gritar para um mundo surdo rsrs, seja sempre bem vinda!

Alan Salgueiro 19 de junho de 2009 20:38  

Rapaz, é uma reflexão permeada de razão, em momentos a realidade é tão trágica que cheg a ser cômica: "Já no ramo musical, temos a liberdade de ouvir música (muito ruim) no ônibus, advinda de um maldito celular do individuo que não se dá ao trabalho de colocar um fone"...

E nesse exato momento aqui tem uma birosca com uma jukebox ligada com uma música horrenda em volume ensurdecedor.

Não é de hoje que os manipuladores arquitetam formas de aliviar a massa e fazer esses mesmos alienados serem uma força contrária a quem realmente pensa e se posiciona. Muitas das vezes quem tem opinião fica abnegado, é visto como chato, se isola ou incomoda a tal ponto que sofre retaliações... eu já passei por todas essas fases e continuo passeando por elas.

Obrigado pelas palavras salutares no Versos e perdão pela minha tardia visita. Mas elos feitos, e daqui em diante estarei mais presente.

Abraço!

Mel Costa 19 de junho de 2009 20:42  
Este comentário foi removido pelo autor.
Mel Costa 19 de junho de 2009 20:43  

Excelente, explêndido, imcomparável! Assino embaixo de tudo o que disse! Vc tem uma visão extremamente crítica da realidade! Mais um texto na minha lista para uma de minhas aulas. A propósito, amo essa música!!

PS: muito obrigada por seus comentários, é um privilégio tê-lo como leitor!

john 20 de junho de 2009 01:11  

Não se preocupe Alan, não comentei buscando reciprocidade e sim , por que vc realmente escreve muito bem companheiro, eu acredito que devemos comentar com palavras sinceras nos blogs que realmente acrescentam algo de bom não só a blogosfera, mas também ao meio net-cultural, e seu blog sem dúvidas é um deles , e agora com o gadget de seguidores fica mais fácil eu poder acompanhar e comentar devidamente, continue escrevendo companheiro.
abraço

Nota: pois é sempre tem que ter alguém que gosta de ouvir música(ruim) pertinho da nossa casa por que será? será alguma equação que ata o tecido da realidade e torna esta vertente, um fato desagradavelmente cotidiano para todos nós? rsrsr

john 20 de junho de 2009 02:21  

eu que fico agradecido por sua atenção a minhas humildes divagações Mel, seja sempre bem vinda
abraços
nota:está música é tão antiga e tão atual, acho que escuto ao menos uma vez por semana , pra não me esquecer do mundo que vivo srsrs

Viviane Souza 20 de junho de 2009 02:23  

John,
Fiz um artigo sobre foto no currículo conforme sua sugestão.
Depois passa lá para ver!
Bj

john 20 de junho de 2009 11:36  

Fui, li e respondi devidamente,
abraços Viviane

Ana Strojake 21 de junho de 2009 03:32  

Achei a forma do seu texto muito boa, usando de certo sarcasmo.
Olha, embora não consiga definir uma palavra digna para o assunto tratado eu já pensei várias vezes sobre esse assunto (contraditório, não?).
E as vezes surgem frases muito boas em minha mente. Penso em publicá-las, mas me vem algo na cabeça "o que eu falo eu faço?"
Será que eu sou mesma merecedora de fazer tal crítica?
Não tenho costume de assistir tv (em partes por que estou sem uma agora). Acho totalmente tediante novelas, e o tal "domingão".
Mas, tenho que adimitir que de vez em quando me pego assistindo novela, ou mesmo tv. E em certo momento sou hipnotizada.
Eu, assim como várias pessoas, tenho capacidade de fazer crítica a tal da "sociedade contemporânia". Mas não sei se sou merecedora.
Terei certeza quando fizar minha parte, seja ela qual for. Assim terei mente serena em publicar uma crítica.
Bom, não posso dizer que não irei publicá-la antes. Mas se publicar, não terei o mérito de "falo e faço".
Esse texto seu me fez pensar : o que eu faço de bom pra mim e pro mundo em si? O que é liberdade se não uma desculpa?

john 21 de junho de 2009 03:58  

Não sei o que está acontecendo comigo , mas eu iria responder seu coment Ana porém minha resposta ficou tão grande que usarei o tema como uma divagação, portanto em breve postarei e espero seu coment sobre o assunto.
no mais acho louvável sua atitude de não criticar o que vc não sabe se é devidamente capaz de anular de sua vida.
seja sempre bem vinda!
abraços

larissa 22 de junho de 2009 23:13  

Uma aula "alienigena" rss
confesso que comecei a ler, mas a essa hora meu sono esta me consumindo e nao terminei a leitura.
de qualquer forma, estarei aqui sempre pra ler suas "alienaçoes" . Prometo! rs

beijoss

Lari

john 22 de junho de 2009 23:43  

ok moça
seja sempre bem vinda!
abraços

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