sábado, 6 de junho de 2009

CORAÇÃO COM TINTA E PAPEL - Vazio


De todas as coisas da minha vida

Poucas são essenciais

Ou talvez, nada seja

Das saudades e ausências

Nenhuma me traz certeza

Talvez seja o vazio

Ou, somente um fio

De uma equação em demência

Onde, a alma perde essência

E a essência da vida, se faz nula

Absurda, uma voz muda

Violada pelos vícios sociais

Pelo alienado cotidiano

Pelo sistema leviano

Que torna cada vez menos sensível

Este, cada vez menos humano

Paradoxo insano

Com planos elaborados, por um âmbito sem razão

Uma loucura sem noção

Um motivo sem ação

Talvez com ação presente, descontente

Tornando assim, vazia e fúnebre

A nossa sã, Humanidade demente


(João Paulo de Souza Almeida)

1 já divagaram:

Junior Vondrake 11 de junho de 2009 17:52  

Interessante.
Bonito e bem escrito.
Quanto ao assunto em questão é isso, somos paradoxalmente paradoxos de nós mesmos. Não é a toa que somos criaturas caóticas.
É esse vazia que nos faz progredi e regredir o mesmo tempo.

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